sábado, 10 de dezembro de 2011

Stampede, o maior rodeio do Canadá


Para: os fãs do estilo de vida country Aventura: médio Tipo: para todos os gostos, especialmente famílias
Custo: razoável Ponto alto: a variedade de atrações no mesmo lugar


O rodeio de Calgary Stampede acontece todos os anos em julho, reunindo um público bem família. Em 2012, o evento acontecerá entre os dias de 6 e 15, completando 100 anos de tradição. É o maior show ao ar livre do país. É organizado por voluntários com o intuito de preservar a cultura country. Cowboys de todas as partes do mundo se reúnem para competir pelo prêmio de 1 milhão de dólares. As provas incluem montaria sem sela, montaria em búfalos e uma corrida de carruagens, chamadas Chuckwagons.

As corridas de chuckwagons acontecem à noite. Para os que forem pela primeira vez, é aconselhável assistir primeiro a esse evento e deixar para desfrutar as outras atrações no dia seguinte. As Chuckwagons são carruagens que antigamente eram usadas para transportar alimentos. Cada uma é puxada por vários cavalos.

Os locais preferem ir de trem, pois estacionar durante o evento é complicado. Os trens de lá funcionam 24 horas por dia e o acesso é fácil. Stampede está tão presente na cultura do povo que a cidade tem o apelido de “cowtown”. Os prédios e lojas usam motivos country na decoração, e pode-se ver churrascos e panquecas assando por toda a parte. Não esqueça de levar dinheiro vivo, pois as barracas não aceitam cartão nem cheque, e para evitar as filas dos caixas eletrônicos.

Caso você e seus filhos se percam no meio da multidão, o programa Lost Kids reúne as crianças todas em um só lugar e trabalham para localizar os pais. Todas as noites, por volta das 23 horas, pode-se apreciar um show de fogos de artifício.

É a chance de conhecer também um pouco mais sobre os índios norte-americanos. Seus descendentes erguem tendas tribais e vendem seus artesanatos.

O vídeo abaixo dá uma amostra do que o evento tem a oferecer:

http://www.tripadvisor.com/ProfileGallery-i15745739.html

Você sabia?

Pode-se comprar um lugar em uma das Chuckwagons – as carruagens usadas nas corridas. Todos os anos é realizado um leilão que arrecada 10 milhões de dólares. Essa adrenalina é para quem pode.

As temperaturas em Calgary em julho estão menos geladas – dos costumeiros 20 graus negativos para agrádaveis 22 graus positivos. Mas prepare-se: um dia de verão pode chegar a até 30 graus durante o dia e cair para zero na madrugada.

Durante o evento, pode-se comer panquecas grátis no Rope Square no centro da cidade.

Na universidade de Calgary, pode-se aprender a construir um iglu ou outros abrigos usando só neve.

“Álbum vazio no Facebook ou Orkut? Venha para Calgary, Alberta, Canadá.”

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Futebol americano: Exército versus Marinha em Baltimore, Maryland


Para: quem gosta de futebol americano Aventura: médio – para quem for conferir os tubarões do aquário de Maryand

Tipo: para todos os gostos,especialmente famílias com crianças
Custo: razoável Ponto alto: vivenciar algo que falta no Brasil: o patriotismo Opções nos arredores: museus, arquitetura, barzinhos


Este é um jogo patriótico, que exalta o orgulho de defender o país. E para alguns jogadores/soldados, o último jogo de suas vidas caso venham a falecer ou ficarem inválidos ao serem enviados a combate. Quando isso acontece, eles são imortalizados em memoriais e monumentos. O presidente dos Estados Unidos comparece ao jogo para cumprimentar pessoalmente os jogadores e agradecer pelo serviço à nação. Imagine a Dilma Roussef cumprimentando 2 times de futebol com soldados do exército que conseguiram desocupar o Complexo do Alemão. Seria mais ou menos isso. O próximo será realizado em dezembro de 2014 na cidade de Baltimore, Maryland, no estádio M&T Bank.

Um dia antes do jogo eles organizam um rally, quando as bandas de cada time e as líderes de torcida fazem um show para a platéia.

Falando em atrações para a platéia, Baltimore tem um dos melhores aquários do mundo. Quando se diz “aquário”, logo imaginamos peixes, mas o de lá tem répteis e aves. E tem mais: crocodilos, cobras, lagartos, raposas, sapos azuis venenosos, tubarões, raias, enguias, polvos, água-vivas e tartarugas. A exibição pode ser apreciada com óculos 4D em um anfiteatro especial, que exala até cheiros! Tudo para dar mais realismo à visita.

Outra atração que sai por menos de 20 dólares por pessoa é o Museu de Ciências de Maryland. O museu exibe fósseis de dinossauros, enormes caranguejos azuis em um habitat quase natural, um equipamento que permite que você toque em um furacão para sentir a força da natureza, experimentar em um laboratório de estudos do corpo humano, uma ala de física onde você tem que tocar tudo para os fenômenos acontecerem, um carro completamente transparente com atividades touch-screen para entender como funcionam os motores, veja um traje de astronauta de verdade de perto e pilote um rover em Marte (aqueles robozinhos que exploram outros planetas), e finalmente, uma ala para crianças abaixo de 8 anos, cheia de brinquedos interativos.

Na hora de comer, os turistas podem ir ao Gertrude's. A refeição lá pode sair na faixa dos 55 a 150 reais. Fica dentro do Museu de Arte de Baltimore, e serve pratos como frango e linguiças ao molho de cranberry. O ambiente é bem refinado e os coquetéis, famosos. Uma opção mais em conta (de 2 a 37 reais o prato) é o Vaccaro's, perfeito para famílias com crianças. Serve comida italiana de qualidade e sobremesas imperdíveis como bolo de canoli. Eles mesmos fazem as massas.

Você sabia?

Baltimore é conhecida como a “Cidade dos caranguejos”. Não perca a chance de comer em um restaurante que serve a iguaria fresquinha com molho de manteiga. Vale cada caloria!

No The Charles, um charmoso barzinho, são exibidos filmes independentes estrangeiros pela primeira vez ao público.

Grandalhões, tubarões, furacões...Tudo em Baltimore.”

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Tour de France - uma prova de resistência que tornou Lance Armstrong famoso


Para: fãs de atividades ao ar livre Aventura: alto – caso resolva escalar montanhas Tipo: para apreciar a beleza natural de um dos lugares mais belos da Europa


Custo: razoável
Ponto alto: a beleza de praia e montanha no mesmo lugar Opções nos arredores: arquitetura, esportes e lazer ao ar livre


Esta prova definitivamente não é para os fracos. A corrida de bicicletas mais famosa e difícil do mundo exige que atletas do mundo todo resistam a mais de 20 estágios diferentes, cada estágio durando um dia inteiro. Em 2012, entre 30 de junho e 22 de julho, os ciclistas terão que enfrentar muitas subidas ao redor das montanhas. Apesar do intinerário da prova mudar todos os anos, o final da corrida é sempre o mesmo: Champs-Elysées em Paris.

Durante a prova é possível ver quem está se saindo bem pelas blusas que os atletas estão vestindo. A amarela indica quem é o líder, o qual completou a maioria das provas em menos tempo. A verde indica melhor performance, e a branca com vermelha, o melhor das trilhas nas montanhas.

Grande parte da prova será realizada na região dos Pirineus franceses – Les Pyrénées. Essa é uma ótima chance de fazer trilha em uma das paisagens mais belas do mundo.

Em julho as temperaturas estarão mais altas e será perfeito para conhecer o conjunto de praias que encontram a montanha, o La Côte Basque. O lugar é tão bonito que os franceses que moram em outras regiões do país tem inveja de quem tem a sorte de morar por lá. Surfe, windsurfing e barco à vela são comuns.

Contatando a agência certa, dá para agendar uma trilha a cavalo e ficar em uma pousada no meio das montanhas. Ou spas à beira do mar.

Também pode-se escolher entre uma caminhada de algumas horas, dias ou até de 2 semanas. Para quem não tem medo de altura, escaladas nas montanhas para relaxar.

Essa é para os fãs de pesca: os riachos das montanhas estão cheios de salmão e truta.

Você sabia?

A distância total percorrida pelos competidores totalizará 3 mil e 500 kilômetros. Para dar uma idéia do quanto se pedala na prova, digamos que daria para sair de bicicleta do Rio de Janeiro, atravessar os estados de São Paulo e do Paraná, a Bolívia, o Paraguai, uma parte do Chile e finalmente chegar ao Peru!


Andar 20 kilômetros fica fácil com paisagens assim.”

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O campo de baseball de Rickwood é um marco na história do baseball



Para: os fãs de baseball e de cavernas pré-históricas

Aventura: médio Tipo: para todos os gostos, especialmente famílias com crianças
Custo: baixo Ponto alto: o charme do estádio mais antigo do mundo
Opções nos arredores: parques nacionais com cavernas, esportes e lazer ao ar livre


Essa é para os fãs de baseball que sentem aquela nostalgia dos velhos tempos em que o esporte viveu seus momentos de glória. Um lugar reformado com o cuidado de manter intactos os pontos que nos remetem aos anos 20. Visitar o campo de baseball de Rickwood é como viajar no tempo: o estilo da construção e os produtos anunciados há mais de 90 anos atrás ainda estão nos muros, e bem conservados. É o mais antigo campo de baseball profissional do mundo. Dá para ver os antigos anúncios da Coca-Cola, Budweiser e outras marcas. Fica aquele clima de decoração “vintage”. Para mais imagens do campo, visite o site http://www.baseballpilgrimages.com/rickwood.html

O estádio foi inaugurado em 1910, há mais de um século. No jogo de abertura, os Barons derrotaram os Montgomery Climbers diante de um público de 10 mil pessoas. As paredes são cobertas de fotos de grandes jogadores. O local fica aberto à visitação o ano todo, e os turistas podem fazer tours independentes. A entrada para o Clássico de Rickwood custa 9 dólares. Para os que não tem medo de altura, pode-se subir no telhado do estádio para tirar fotos de ângulos únicos. Meio litro de cerveja sai por 4,50 dólares. O cachorro-quente com uma garrafinha de água saem por 3 dólares. Estacionamento, 4 dólares.

Os estádios de baseball carregam uma nostalgia parecida com a dos estádios de futebol brasileiros. É para lá que os pais levam os filhos para passarem a tarde juntos torcendo pelo time e xingando o árbitro.

Próximos ao estádio ficam simpáticos restaurantes como o Niki's Downtown. Servem comida grega (pastitsio, souvlaki e frango grego) e do sul dos EUA, além de uma torta de doce de leite imperdível. São 13 carnes e 32 legumes e verduras diferentes todos os dias. Já o Pita Stop oferece comida libanesa, americana e mediterrânea. É um dos favoritos dos alunos da faculdade UAB e das famílias que moram nos arredores. Os pratos preferidos são os espetinhos de frutos do mar, enroladinhos de folhas de uva e cordeiro marinado.

Rickwood no Alabama é famosa pelas suas cavernas, que ficam em parques onde se pode acampar. As cavernas são subterrâneas e chegam a ter até 260 milhões de anos, e a composição das rochas dá um tom colorido ao lugar. Fora das cavernas, os parques contam com piscinas olímpicas, área de piquenique aberta e coberta, trilhas para caminhada e como não poderia faltar, uma loja de lembrancinhas. Experimente um tour virtual pelas cavernas no site http://www.alapark.com/rickwoodcaverns/

Você sabia?

As cavernas eram originalmente cheias de água do mar. Atualmente, as paredes de rocha estão cobertas de vestígios de fósseis de animais pré-históricos.


Hand-operated scoreboard at Rickwood Field

“Viagem ao tempo: cavernas de 260 milhões de anos e o estádio de baseball mais antigo do mundo”


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Corrida de carros de 24 horas em Les Mans, França


Para: fãs de velocidade Aventura: forte. As batidas são parte do show.

Tipo: solteiros ou casais sem filhos


Custo: razoável Ponto alto: ver de perto as melhores máquinas e pilotos sendo testados ao limite Opções nos arredores: museu do licor, arquitetura, parques


Só quem já viajou de carro sabe como é cansativo dirigir por horas a fio. Imagine então 24 horas de prova em um circuito onde acidentes são parte da prova. Conhecida como as 24 horas de Les Mans, essa competição testa os limites dos produtos de diferentes montadoras. É a chance de verem até onde vão a resistência e eficiência de motores e peças. Mais ou menos como uma luta de gladiadores entre as montadoras Peugeot e Audi, entre outras. As 24 horas são divididas entre 3 pilotos, que tem que suportar um calor infernal, chuva e pouquíssima visibilidade por causa da poeira. Se isso lhe lembra algo, acertou: são provas como essas que inspiram os videogames de corrida do Playstation e X-box 360.

O bem-sucedido Mark Webber começou a carreira nesse tipo de corrida, capotando o carro 2 vezes pela Mercedez-Benz, que decidiu parar de competir por falhas mecânicas. Em 2011 um Audi colidiu com uma Ferrari e saiu voando, atravessou o muro de proteção e quase acertou os fotógrafos. O fato de que nenhum piloto saiu gravemente ferido apesar dos carros terem ficado completamente destruídos é a prova de que as montadoras estão evoluindo no quesito segurança.

De carro dá pra chegar rapidinho à vila de Saumur, que abriga um castelo do século 14 recentemente restaurado. A entrada é franca. Outra vila próxima é Angers, que exibe a famosa Tapeçaria do Apocalipse, a qual remonta ao século 14 também. Vale também visitar um museu dedicado ao licor, o Cointreau, onde os turistas podem fazer um tour pela destilaria provando de tudo um pouco.

Os restaurantes em Les Mans saem bem mais em conta do que em Paris. O prestigiado La Villa oferece pratos típicos da cozinha francesa: purê de legumes, carnes, terrines, saladas e créme brulées, entre muitas outras opções no cardápio. Já o L'Auberge serve pato com purê e cogumelos, com uma ótima carta de vinhos e sobremesas de chocolate. Reservar é essencial.

De qualquer forma, Les Mans é uma cidade arborizada, limpa e com belíssimos parques públicos, perfeitos para uma caminhada e para sentir o gostinho do estilo de vida francês.

Você sabia?

Parte da corrida é realizada em ruas comuns, as quais são fechadas apenas algumas horas antes para que os técnicos montem as barreiras de proteção.

Foi nessa prova que o vencedor espirrou champagne pela primeira vez em todos à sua volta em 1967, iniciando uma tradição que virou marco da Fórmula 1.

Le Mans Attractions Nearby: Picture of chateau at Saumur

“(A fotógrafa no canto inferior esquerdo: )Ainda bem que eu trouxe uma calça extra na mochila!”


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Torneio de hóquei Beanpot em Boston, Massashusetts

Para: fãs de hóquei

Aventura: médio – toque em tubarões e raias e veja anacondas de perto

Tipo: para todos os gostos, especialmente famílias com crianças

Custo: baixo

Ponto alto: o entusiasmo da torcida e o contato com a natureza

Opções nos arredores: aquários, parques nacionais, esportes e lazer ao ar livre

O que chama a atenção de quem assiste ao Beanpot é a empolgação das torcidas. O jogo é entre a Boston University, Boston College, Harvard e Northeastern. Sem querer fazer comparações quanto à qualidade do ensino, seria como ver um jogo entre a USP, UFRJ, UNICAMP e UNIP. Muita gente jovem e animada vai torcer no TD (Toronto-Dominion) Garden, com os ingressos esgotados todos os anos. O favorito é o time da casa, Boston University, com um recorde de 29 vitórias. Seguem Boston College com 16 vitórias, Harvard com 10 e na lanterninha, Northeastern com 4.

O Boston Public Garden é um jardim com um lago onde os passeios de barco são famosos desde 1877. Parte da diversão é ser rodeado pelos patos da lagoa, já acostumados a serem alimentados pelos visitantes. É perfeito para caminhadas.

O Quincy Market (oficialmente chamado de Faneuil Hall Marketplace) é a atração mais famosa da cidade. É um tipo de feira de artesanato ao ar livre, mas com muito mais gente, artistas de rua(dançarinos, músicos e mágicos) e as opções gastronômicas mais variadas e apreciadas do lugar. Frutos do mar, comida italiana e salgados estao entre as muitas opções. Caso você não consiga um lugar para sentar na praça de alimentação, os locais recomendam atravessar a rua e comer à beira do lago.

No New Englad Aquarium, há uma exibição na qual os visitantes podem TOCAR nas raias e tubarões. Mas anacondas, baleias, leões marinhos, cavalos marinhos, pinguins, tartarugas e polvos também fazem parte da fauna do aquário.

E para os que curtem estar contato com a natureza, a reserva de Boston Harbor Islands permite conhecer a vida selvagem do lugar, fazer caminhadas nas trilhas, andar de caiaque, nadar, pescar, acampar, fazer piquenique e passear de barco.

Você sabia?

No Quincy Market você vai encontrar também barracas que vendem tudo feito de lagosta: comidinhas, pratos, doces – sim, doces de lagosta - camisetas com estampa de lagosta e bichinhos de pelúcia em forma de lagosta.

Os discos de hóquei são congelados antes do jogo para que a borracha não faça o disco voltar com tanta força ao ser acertado com o taco.

“Fiquei sem voz de tanto torcer, aí me queimei tocando uma raia do jeito errado no aquário de New England, e ainda machuquei a outra mão pegando em um caranguejo da reserva. Adorei!”



domingo, 4 de dezembro de 2011

Aberto de Tênis em Roland Garros, Paris


Para: todo o mundo! Não existe alma que visitou Paris e não reconheceu a importância histórica e cultural do lugar Aventura: médio Tipo: programa cultural e gastronômico

Custo: razoável
Ponto alto: a cultura boêmia, a vida noturna, o aprendizado cultural Opções nos arredores: compras de grifes, cafés(os originais!), arquitetura, museus, parques

Qual o fã de tênis que não gostaria de assistir ao segundo Grand Slam às margens do Rio Sena e sob a Torre Eiffel na cidade mais boêmia do mundo? Vale lembrar que foi lá que Gustavo Kuerten venceu pela primeira vez e mudou para sempre a história do tênis brasileiro. O evento é tão badalado que é comum ver celebridades no meio da platéia: Pippa Midleton, Beyoncé, Jennifer Aniston, Salma Hayek e Bill Gates estão entre os vários famosos que apreciam o torneio.

O aberto de Roland Garros em Paris é o único com a quadra de argila, o que produz surpresas nos resultados dos jogos. Cada jogador se adapta melhor a um tipo de piso, e aquele que vem ganhando o campeonato nos gramados pode se dar mal na de argila e provocar uma reviravolta no placar. A argila faz com que a bola se mova mais devagar e com mais força ao mesmo tempo, o que testa pra valer a habilidade de cada jogador. O estádio é grande – abriga cerca de 10 mil espectadores, e Roger Federer, o maior do mundo hoje, fará de tudo para ganhar o título. Ganhar na França é o que falta para completar sua coleção de vitórias.

Aproveite ao máximo a cidade-luz. Pode-se jantar no Le 58 Torre Eiffel, um restaurante no primeiro andar da Torre Eiffel. Para completar o jantar, um passeio pelo Rio Sena com a cidade ao seu redor. Outra atração é a Catedral de Notre Dame, que já foi cenário de muitos filmes devido à sua beleza gótica. Sua visão quando é iluminada de baixo para cima à noite é memorável. Já a montanha de Saint Pierre de Montmartre foi local de inspiração e de trabalho para Picasso e Van Gogh.

E por que não visitar uma das ruas mais famosas e caras do mundo? A Avenue des Champs-Élysées é bem servida pelo metrô e repleta de lojas de grifes e cafés charmosos. Falando em charme, a Opéra de Paris (em Francês é Opéra) é uma construção magnífica com mais de 400 anos onde se assiste o melhor do balé internacional. Outra parada que vale a pena é o Moulin Rouge, um cabaré secular que virou até filme por ser um dos símbolos da Paris boêmia.

Quem nunca esteve em um castelo de cerdade pode visitar o de Chambord, completamente mobiliado. Você se sente como em um filme de época. E se você voltar sem uma foto do Arco do Triunfo, vão dizer que você não esteve na França. Construído por Napoleão Bonaparte, tem gravados no seu interior imagens de batalhas.

Para fechar com chave de ouro, o museu do Louvre – dentro do Palácio do Louvre - tem o acervo mais fascinante do mundo: Mona Lisa, Vênus de Milo, Egito antigo, Grécia e Roma antigas e Michelangelo, entre muitos outros. Seu acervo compreende 8 mil anos de história. Imperdível.

Você sabia?

Paris tem até um museu para vampiros, o Les Lilas.

O jogo mais longo da história do tênis aconteceu em Roland Garros: durou exatamente 6 horas e 33 minutos. Haja Gatorade!

Há uma Disneylândia em Paris!

Os policiais da cidade usam bonés de baseball. Coisas da capital da moda mundial.

No couvert dos restaurantes, ao invés de manteiga para acompanhar o pão, eles oferecem mostarda.

Melhor do tênis, arquitetura, história, gastronomia, boemia, cafés, moda...Paris é apaixonante. A cidade, não aquela celebridade magricela.”


sábado, 3 de dezembro de 2011

Corrida de carros NASCAR em Talladega, Alabama

Para: todos que adoram carros e ficar ao ar livre

Aventura: ótimo

Tipo: para todos os gostos

Custo: baixo para uma viagem internacional

Ponto alto: poder dirigir a 320 por hora uma vez na vida

Opções nos arredores: acampamento na montanha, lagos, cachoeiras

Você também pode dirigir um carro a 320 km/h na pista da cidade. Eles vendem pacotes incluindo de 3 a 60 voltas! Ficou com vontade? A próxima corrida será no dia 6 de maio de 2012.

Para se ter uma idéia da intensidade de uma corrida NASCAR (National Association for Stock Cars Auto Racing), um piloto chega a perder de 2 a 5 kilos durante o percurso de 800 kilômetros, no qual a temperatura dentro do carro chega a 60 graus Celsius. São 188 voltas na pista Talladega Superspeedway, a qual foi batizada pelos fãs de “The Big One”, devido às memoráveis batidas – os acidentes aqui são mais frequentes do que Fórmula 1. Um pequeno erro pode levar a um acidente envolvendo 5 carros ao mesmo tempo. Não é à toa que os veículos para a prova tem a potência dos motores reduzida para evitar a morte certa dos pilotos, mas ainda assim poder atingir a marca de 320 km/h.

Dodge, Chevrolet, Ford e Toyota colocarão suas máquinas para competir no evento. Para qual fabricante você torceria? Falando em máquinas, os carros atuais tem muito pouco de “stock” (carros de passeio modificados para serem usados em corridas). Não adianta imitar na oficina, os de verdade são diferentes até na estrutura básica. Para começar, a carroceria deles é feita à mão. A potência de um Dodge, por exemplo, equivale ao de 10 Palios.

Quem adora carros vai delirar com o Motorsports Hall of Fame, um museu em Talladega dedicado a eles. Ford Thunderbird 85 e o carro-foguete Budweiser – que atingiu 1.183 km/h, são algumas das atrações.

Se você curte acampar, não perca os parques do Alabama, estado americano onde será realizada a prova. Aqueles cenários de filme com lagos, cachoeiras, florestas e montanhas de enfeitar álbum de fotos realmente existem ali. Para completar a experiência “gringa”, por que não acampar em um trailer?

Para comer, o retaurante Diamond Lil's oferece hambúrgueres suculentos e anéis de cebola crocantes com cerveja na massa, além de um barzinho com TV. Há também a opção light: frango grelhado com salada e batata assada recheada. Já o Jack's Family Restaurant permite experimentar um pouco da comida caseira americana: purê de batatas com molho de carne assada, carne ou frango como prato principal, e legumes no vapor. Os dois restaurantes saem bem em conta.

Você sabia?

Caso a batida seja muito violenta, inúmeros tubos de aço dentro da cabine se quebram ao absorver o impacto, protegendo o piloto. Caramba, para quebrar tubos de aço a coisa tem que ser feia mesmo.

“Dirigi a 320 por hora, escalei uma montanha até o pico e nadei no lago da reserva florestal. Ufa! Tenho que queimar o churrasco que servem depois da NASCAR né!”

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Campeonato mundial de corridas de cavalos em Dubai

Adrenalina: forte

Aventura: ótimo no deserto

Tipo: para todos os gostos

Custo: alto

Ponto alto: luxo, deserto, esqui e cavalos de raça em um só lugar

Opções nos arredores: safári no deserto, compras, cultura árabe

Só quem já experimentou a adrenalina que vem das apostas de corridas de cavalos sabe como a disputa pode ser acirrada. No dia 26 de março de 2012 o jóquei clube de Meydan vai realizar a corrida mais cara do mundo: o vencedor levará para casa 10 milhões de dólares. Não é à toa que os melhores treinadores, jóqueis e cavalos estarão reunidos para competir pelos 2 quilômetros de pista. Os belos “sangue-puros” virão do Equador e são treinados nos Estados Unidos ou nos Emirados Árabes.

Os cavalos vencedores do ano passado foram Victoire Pisa, Transcend e Moterosso. Serão no total 8 corridas ao longo do dia, totalizando apostas de 20 milhões de dólares. Dentro do Meydan Racecourse há um hotel 5 estrelas, vários restaurantes, um teatro, um museu e até um campo de golfe que fica aberto à noite. Os visitantes serão convidados ao evento "Noites das Arábias", com um impressionante show de fogos de artifício, cavalos e um grande e variado buffet de comida árabe. O “Café da Manhã com as Estrelas” vai oferecer um buffet completo e o público terá a chance de conhecer os treinadores e jóqueis pessoalmente.

A arquitetura deixa claro o poder do dinheiro do principado árabe: parece que há uma competição constante para ver quem constrói o prédio mais extravagante. Em forma de ondas, de velas ou imitando o estilo Veneziano, a visão do lugar impressiona logo no primeiro momento. Pode-se visitar a Grande Mesquita, aberta a não-muçulmanos.

Para quem puder arcar com os custos, há o famoso hotel sete – sim, sete – estrelas chamado Burj Al Arab. Para os aventureiros, um safári tour pelo deserto vendo camelos e beduínos (povos nômades) e a paisagem certamente vão encher qualquer álbum de fotos. Já os aficionados em compras se deleitarão com o shopping de Dubai, próximo a Burj Khalifa – o prédio mais alto do mundo. Adivinhe quantas lojas há no shopping? Mais de 500.

Na hora de comer, sem problemas. O país oferece restaurantes italianos, japoneses, de fast-food, etc. Quem gosta de esfiha, tabule e beirute vai se sentir em casa. Algumas sugestões são: Casa Mia, Manhattan Gril, The Noodle House, Thattukada e Al Muntaha.

Você sabia?

Apesar de um calor de 40 graus Celsius no inverno, Dubai possui uma respeitável estação de esqui que registra constantes 10 graus negativos. Fica dentro do shopping dos Emirados, e tem uma montanha de neve com a altura de um prédio de 20 andares, além de uma caverna de neve.

Um dos motivos pelo qual os hotéis no país são tão badalados: fora deles, é proibido beber.

Dubai tem o prédio mais alto do mundo com 828 metros: Burj Khalifa, com 162 andares.

“Se não for em Dubai, onde mais se pode ir no Jóquei Clube, safári no deserto e esqui, tudo no mesmo dia?”

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Jogo de abertura da EURO 2012, Varsóvia, Polônia

Para: fãs de futebol

Aventura: médio

Tipo: para todos os gostos

Custo: razoável

Ponto alto: conferir de perto o desempenho da Espanha e Alemanha

Opções nos arredores: museus, arquitetura, história, barzinhos

As obras já estão aceleradas na Polônia e na Ucrânia para receber ao mais importante campeonato de seleções européias, a UEFA Euro 2012. Celebrado a cada 4 anos, o campeonato, que em 2012 chega à sua décima quarta edição, promete uma disputa alucinante. Algumas das melhores equipes já confirmaram sua presença, como a Alemanha, Holanda e a Inglaterra. O sorteio dos grupos será realizado amanhã.

A promessa de bons jogos vem da também qualificada Espanha, atual campeã do mundo e número um do ranking de seleções da Fifa. A fúria, como é conhecida a equipe espanhola, contará com suas melhores estrelas, como Xavi, Iniesta e Casillas, e lutará para manter o trófeu que conquistou na última edição da Euro. A equipe polonesa, pré-classificada por ser uma das sedes da competição, será favorecida pela sua torcida local. A equipe será uma das protagonistas do jogo de abertura, a ser disputado na capital do país, Varsóvia.

O Estádio Nacional da Polônia está sendo completamente reformado para a ocasião para garantir uma excelente visão aos quase sessenta mil espectadores que verão a partida inaugural. A reconstrução do estádio de certa maneira é uma metáfora da história da cidade, que após ser destruída pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, foi completamente reerguida. Este minucioso trabalho pode ser visto na bela cidade antiga, ou Stare Miasto, onde as casas foram reconstruídas tijolo por tijolo à seu estado inicial como foram construídas na idade média.

O passado sofrido da cidade, castigada pela guerra, é relembrado no completíssimo Warsaw Rising Museum, que mostra não só a destruição ocorrida, mas também a rápida e surpreendente ressurreição da cidade. Para a família toda, uma visita ao Copernicus Science Centre poderá animar uma tarde com suas exposições e ex
perimentos. O Museu Nacional da Varsóvia é uma parada obrigatória para entender mais sobre a arte e a cultura do povo local através de suas pinturas e esculturas, além de ser um prédio de arquitetura única.

A cidade, a maior da Polônia com 1.7 milhão de habitantes, é o centro econômico do país. Isso garante uma completa e moderna rede hoteleira além de diversos restaurantes, onde a cozinha local poderá ser degustada. A gastronomia polaca surpreende pela mistura de influências, que vão desde a cozinha italiana, eslava e alemã, entre outras. As carnes de caça e passáros se destacam entre inúmeros pratos, além de seus fortes e deliciosos queijos.

A capital polaca é um excelente ponto de partida para se assistir à Euro 2012, já que possui diversas conexões aéreas e viárias com todas as outras sedes do campeonato. Além disso, a animada vida noturna, regada à deliciosas cervejas locais, possui diversos bares em que se poderão acompanhar os demais jogos, ou celebrar as vitórias de sua equipe.

Renascida das cinzas, a cidade de Varsóvia é um lugar interessante para se entender a cultura eslava e os diferentes períodos em que passou e que passa. O campeonato Euro 2012 é apenas mais um dentre os muitos motivos para se visitar esta cidade, especialmente pelo bom momento vivido no futebol europeu.

Você sabia?

Os principais patrocinadores da UEFA EURO 2012 são a Sharp, Adidas, Castrol, Coca-Cola, Hyundai-Kia, Carlsberg and McDonald's.

Os jogos da Eurocopa são transmitidos para mais de 70 países em mais de 40 línguas diferentes.

Dependendo dos times na disputa, a audiência pode chegar a 200 milhões de telespectadores.

“O melhor do mundo na sua opinião está entre um deles?”